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Mundial de Jiu-Jitsu Sem Kimono 2015 com inscrições abertas August 15 2015

Cobrinha finaliza no Mundial Sem Kimono 2012. Foto:John Lamonica

Cobrinha finaliza no Mundial Sem Kimono 2012. Foto:John Lamonica

A IBJJF abriu o período de inscrição para o Mundial de Jiu-Jitsu Sem Kimono, marcado para 7 e 8 e novembro, na Califórnia.

Criado em 2007, o Mundial Sem Kimono rapidamente se tornou o torneio anual favorito dos maiores grapplers do mundo, e costuma atrair grandes nomes do MMA – como Josh Barnett, Cain Velasquez e Ben Henderson,por exemplo.

Romulo Barral, Jeff Monson, Braga Neto, Rafa Mendes, Caio Terra, Rubens Cobrinha são outros ídolos que já competiram e conquistaram o ouro no Mundial Sem Kimono.

Para saber mais, clique aqui.


Léo Nogueira comenta retorno à elite do Jiu-Jitsu após resultados no Pan 2015 March 22 2015

Léo Nogueira comemora. Foto: Ivan Trindade/GRACIEMAG

Léo Nogueira comemora. Foto: Ivan Trindade/GRACIEMAG

O campeão mundial Léo Nogueira precisou se reinventar para voltar a ser um atleta da elite do Jiu-Jitsu, após maus resultados no circuito competitivo em 2013 e 2014.

Conforme o tempo passava, Nogueira parecia cada vez mais longe do auge, e não conseguia repetir as atuações do passado, como em 2011 e 2012, quando abocanhou dois ouros no superpesado do Mundial da IBJJF como faixa-preta.

No Pan 2015, o professor da Alliance deu a esperada volta por cima. Em Irvine, na Califórnia, Léo fechou o peso com Bernardo Faria e brilhou no absoluto, ao realizar boas lutas contra Keenan Cornelius (Atos) e Leandro Lo (Cícero Costha).

O que ele fez para voltar tão bem? GRACIEMAG foi descobrir.

GRACIEMAG: Ao vencer o Keenan Cornelius no absoluto do Pan, você ergueu o braço e gritou: “Voltei!”. Como foi essa volta?

LEONARDO NOGUEIRA: Na verdade, o desabafo foi porque meus treinos deram resultados. Sinto que agora voltei a trocar de igual para igual com competidores de alto nível, o que eu fazia bem em 2011 e 2012, no auge da minha carreira. Ganhei algumas vezes do Xande Ribeiro, Braga Neto, Pé de Pano, Marcus Buchecha, Guto Campos, Igor Silva, Cara de Sapato e outras feras da elite do Jiu-Jitsu. Sinto que voltei a fazer parte dessa elite. E digo mais, por eu estar machucado e doente, treinei apenas três semanas para o Pan e não fiz preparação física nenhuma. Eu tive um resultado satisfatório pelo que treinei, agora para o Mundial vou treinar mais. Vou nadar, fazer uma preparação completa.

O que estava atrapalhando a sua carreira de competidor?

Aconteceu comigo o que acontece com a maioria dos atletas quando começa a dar aula. No meu caso foi pior, pois eu estava morando em Miami e estava dando muita aula, para alunos em grande maioria iniciantes. Isso me tirou um pouco da forma. Eu dava minhas quatro aulas no dia, fazia minha parte física e treinava na academia do Roberto Cyborg uma, ou no máximo, duas vezes na semana. Isso não é o suficiente para manter o ritmo profissional. A distância da academia dele é considerável, e tudo isso me atrapalhava bastante.

Que alterações você fez na sua rotina de treinos para voltar a impressionar neste Pan?

Voltei a treinar forte todos os dias. É muito mais conveniente você treinar no mesmo lugar onde você ensina, e ter um mestre para dar orientações faz toda diferença. Quando eu estava em São Paulo, estava sob a tutela do meu professor Fabio Gurgel. Ele não me deixava relaxar nunca. Agora me mudei para Atlanta, meu professor Romero Jacaré me puxa muito, estou treinando como nunca. Posso até dizer que estou treinando mais Jiu-Jitsu do que eu treinava em São Paulo. Em São Paulo eu treinava muito, mas fazia 50% Jiu-Jitsu e 50% físico. Aqui em Atlanta, estou fazendo totalmente diferente: 75% de Jiu-Jitsu e o resto de treino físico. Meu foco agora é mais o Jiu-Jitsu. Aquele Léo Nogueira está de volta e quer brigar novamente, como sempre fez. Sou novo e ainda tenho muito o que evoluir ainda, minha carreira ainda não terminou.


Vídeo: Relembre Braga Neto x Marcus Buchecha no Jiu-Jitsu February 24 2015

Antes de se tornar o temido tricampeão mundial absoluto e pesadíssimo, Marcus Buchecha teve suas pedras no caminho.

Uma delas se chama Antônio Braga Neto. Hoje atleta do UFC, o casca-grossa campeão mundial encarou Buchecha na final da seletiva de San Diego para o WPJJC, em Abu Dhabi.

Nos pontos, Braga conseguiu superar Buchecha para garantir a vaga no torneio. Relembre no vídeo abaixo como foi esse duelo de gigantes!


Luta do sábado: estude Jiu-Jitsu com Braga Neto x André Galvão November 29 2014

Craques do Jiu-Jitsu, os faixas-pretas Braga Neto (Gordo) e André Galvão (Atos) fizeram um duelo explosivo numa seletiva para o WPJJC em San Diego, na Califórnia, em 2011. A vitória de Netão foi nos pontos.

Relembre o atleta do UFC em ação de kimono:

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UFC Fight Night: Swanson vence Stephens; Hacran Dias e Braga Neto são superados June 29 2014

A edição Fight Night do UFC, realizada em San Antonio, no Texas, trouxe para os fãs presentes na AT&T Arena mais um show de MMA. Realizado no sábado, dia 28 de junho, o card teve como ponto alto o combate entre Cub Swanson e Jeremy Stephens pela divisão dos penas, que tem José Aldo como […]

Confira os resultados, em tempo real, do UFC Fight Night: Swanson x Stephens June 28 2014

UFC Fight Night: Swanson x Stephens San Antonio, Texas 28 de junho de 2014 Cub Swanson venceu  Jeremy Stephens na decisão unânime dos jurados Kelvin Gastelum venceu Nicholas Musoke na decisão unânime dos jurados Cezar Mutante venceu  Andrew Craig na decisão unânime dos jurados Ricardo Lamas venceu Hacran Dias na decisão unânime dos jurados Clint Hester […]

Marajó x Ponzinibbio e mais astros brasileiros escalados no UFC May 06 2014

Santiago e mais uma batalha agendada no UFC. Foto: Carlos Arthur/GRACIEMAG

Santiago e mais uma batalha agendada no UFC. Foto: Carlos Arthur/GRACIEMAG

Um duelo Brasil x Argentina foi marcado para o UFC. Mas a rivalidade clássica no futebol tem sabor diferente dentro das oito linhas do últimate. Isso porque o gringo em questão é Santiago Ponzinibbio, o argentino gente boa que ficou conhecido no Brasil após o “TUF Brasil 2″.

Em sua batalha, no UFC 175, Santiago encara o duro Ildemar Marajó, ex-campeão do Jungle Fight e irmão do também atleta do UFC Iuri Marajó. Ele se juntam aos brasucas Thiago Marreta, que encara Uriah Hall, Bruno Santos, que enfrenta Chris Camozzi, sem falar nos principais nomes da noite, Wanderlei Silva e Lyoto Machida, que encaram Chael Sonnen e Chris Weidman, respectivamente.

Mas a leva de brasileiros com lutas recém-agendadas no UFC não para por aí. Temos mais alguns guerreiros em nossa lista. Confira:

No dia 28 de junho, Hacran Dias terá pela frente o ex-desafiante ao cinturão peso-pena Ricardo Lamas. Hacran se une aos também brasileiros Antonio Braga Neto, campeão mundial de Jiu-Jitsu que encara Clint Easter; Luiz Besouro, que volta após desclassificação, contra Sean Spencer; Marcelo Magrão, que encara Andy Enz; Carlos Diego Ferreira, que estreia no UFC contra Colton Smith, e Cezar Mutante, escalado para enfrentar Andrew Craig.

Já no dia 16 de julho, Edson Barboza, que vem de derrota para Donald Cerrone, atua no card que o Cowboy faz a luta principal contra Jim MIller. Barboza enfrenta Evan Dunham. Junto a ele, teremos Lucas Mineiro estreando na divisão de pesos-penas do UFC, ao encarar Jim Alers. No mesmo card, ainda teremos o combate entre Gleison Tibau e Pat Healy. Para agosto, Bethe Correia busca manter sua invencibilidade contra Shayna Baszler.

E você, leitor, está mais animado para qual luta brasuca no UFC? Comente conosco!


Braga Neto lapida Jiu-Jitsu de Adriano Martins e espera oponente no UFC: “Não sou matchmaker” January 04 2014

Braga Neto finalizou Anthony Smith em sua estreia no UFC. Foto: Carol Correia

Braga Neto finalizou Anthony Smith em sua estreia no UFC. Foto: Carol Correia

Antônio Braga Neto perdeu a oportunidade de fazer sua segunda luta no UFC em novembro, por conta de uma contusão no ombro. Depois de dois meses, o faixa-preta bicampeão mundial de Jiu-Jitsu está novinho em folha. Braga, que já treina normalmente em Manaus, no Amazonas, conversou com GRACIEMAG sobre a recuperação e os planos para a carreira.

“Já estou recuperado, já dei o OK para o UFC. Consegui a liberação médica, agora estou só na expectativa de lutar. Voltei aos treinos também. Tem um garotão, o Cássio, que está me ajudando no boxe. A gente está aqui com um auxílio legal, com uma estrutura quase em conta, mas estamos trabalhando para isso. Vamos montar uma estrutura padrão mundial aqui em Manaus muito em breve. Será uma academia que não vai deixar a desejar pars lugar nenhum no mundo”, comenta o aluno de Roberto Gordo, que tem nove vitórias e uma derrota no cartel.

Morando novamente em Manaus desde sua última vitória no UFC, Braga tem ajudado nos treinos de Adriano Martins, que enfrenta Donald Cerrone no UFC on Fox 10, dia 25 de janeiro.

“Ele também estava treinando por aqui e estamos juntos e ajudando um ao outro. Essa luta vai ser um divisor de águas na carreira do Adriano, que é um talento amazonense. A gente sabe que quem é daqui rala para ter reconhecimento e visibilidade, ainda mais quando não tem um padrinho ou quem indique. Para o Adriano vai ser uma concretização de uma coisa pessoal para ele, afinal a vitória vai colocá-lo como um grande nome na categoria dos leves”, antecipa.

Ao ser questionado se tinha algum adversário em mente, Braga Neto é preciso e direto.

“Sou absolutamente contra querer desafiar e lutar contra alguém, sacou? A gente é funcionário do UFC e é pago para lutar. Se eles quisessem me pagar para escolher luta, eles me contratariam como matchmaker. Não caso lutas,estou aí para lutar com qualquer um, em qualquer lugar, entendeu? O que o UFC mandar vou fazer. Hoje não tenho vontade especial de lutar contra ninguém, não. Não tenho problema com ninguém. Só tenho de ganhar de mim mesmo, minha luta é contra mim mesmo”, reflete Neto.

Amante do Jiu-Jitsu, o faixa-preta lista um dos principais aspectos que levou da arte suave para o MMA:

“A variação. Uma hora você está ganhando, outra você está perdendo. No Jiu-Jitsu acontece muito isso, você começa ganhando, começa perdendo, e assim sucessivamente. Esses altos e baixos do Jiu-Jitsu ajudam muito no MMA. Tem aquele lance de você tomar uma ou duas porradas, e saber que não acabou, que o cara está mais cansado. Acho isso muito importante, dá tranquilidade. Você sempre lembra que tem a chance de se acalmar, continuar e finalizar o oponente.”