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Vídeo: Anthony Pettis treina Jiu-Jitsu de luvas para encarar Max Hollaway no UFC 206 November 30 2016

O duelo principal do UFC 206, que rola no dia 10 de dezembro, no Canadá, promete ser eletrizante. Válido pelo título interino dos pesos-penas, Anthony Pettis e Max Hollaway ficarão frente a frente, e o vencedor da disputa terá a chance de encarar José Aldo pelo título linear.

De olho no combate contra o perigoso Max, Pettis está afiando não só seus chutes plásticos que lhe renderam o apelido de “Showtime”, mas também seus imprevisíveis ataques no Jiu-Jitsu.

Bom no triângulo e nos demais ataques da guarda, Pettis se tornou campeão peso leve, sobre o faixa-preta Ben Henderson, com uma chave de braço. Na ocasião, ainda usava na cintura a faixa-azul.

Hoje, faixa-marrom, o atleta segue seus treinos com o faixa-preta Diego Moraes, e o brasileiro nos enviou com exclusividade algumas imagens do treino, sem expor muito da estratégia de solo do pupilo.

Confira no vídeo!


Aldo retoma cinturão dos penas; Pettis e Hollaway lutam por título interino no UFC 206 November 26 2016

José Aldo volta a ser campeão peso-pena do UFC. Foto: Josh Hedges/Zuffa LLC via Getty Images

José Aldo volta a ser campeão peso-pena do UFC. Foto: Josh Hedges/Zuffa LLC via Getty Images

Grande reviravolta foi anunciada pelo UFC nas primeiras horas deste domingo, dia 27. Com dois cinturões em sua posse, o irlandês Conor McGregor vagou o título peso-pena. José Aldo, faixa-preta de Jiu-Jitsu da Nova União, retoma a cinturão e o título. Agora, o brasileiro aguarda o duelo entre Anthony Pettis e Max Hollaway para conhecer seu próximo adversário.

A decisão do UFC, apesar de bombástica era prevista. Desde que McGregor desafiou Eddie Alvarez pelo cinturão dos pesos leves, a organização deixou claro que o falastrão não manteria dois títulos simultaneamente por muito tempo. O processo, no entanto, foi acelerado com a queda da luta principal do UFC 206, que seria entre Daniel Cormier e Anthony Johnson. A luta preliminar, entre Anthony Pettis e Max Hollaway, certamente colocaria um dos dois em linhas de desafiar o dono do cinturão. McGregor, com muita dificuldade de se manter entre os penas, optou pelo título de cima.

José Aldo, que ameaçou se aposentar do UFC e buscar outros caminhos no esporte, teve seu cinturão devolvido e tem agora uma nova perspectiva na organização, já que não obteve sua sonhada revanche com Conor. Agora, a luta entre Pettis e Hollaway tem peso suficiente para encabeçar um card numerado do Ultimate, já que vale o título interino.

E para você, amigo leitor, a manobra do Ultiamte foi válida por, numa só tacada, sanar seus problemas com José Aldo e com o card do UFC 206? Comente conosco!


Jiu-Jitsu: Treinador de Pettis detalha guilhotina vencedora do UFC Vancouver September 02 2016

Faixa-marrom de Jiu-Jitsu, Anthony Pettis voltou a utilizar suas técnicas de solo no UFC Vancouver, que rolou no último sábado, dia 27 de agosto. No duelo contra o finalizador Charles do Bronx, o americano tirou uma guilhotina da cartola e venceu seu embate de estreia nos pesos-penas.

Treinador da fera, Diego Moraes, faixa-preta líder da Team Moraes ao lado do irmão bicampeão mundial de Jiu-Jitsu Daniel Moraes, gravou um vídeo para você, leitor de GRACIEMAG, no qual detalha a posição que deu ao casca-grossa Pettis a vitória no combate.

Confira os detalhes no vídeo abaixo e finalize seus adversários de forma rápida na guilhotina!


Vídeo: Relembre como o faixa-azul Pettis finalizou o faixa-preta Bendo no UFC August 31 2016

Há exatos três anos, no dia 31 de agosto de 2013, Anthony Pettis colocava um cinturão do UFC em sua parede, da maneira mais improvável possível.

Foi no UFC 164, em Milwaukee. Ben Henderson, dono da cinta dos leves, esperava TJ Grant, enquanto Pettis, anteriormente, estava escalado para enfrentar Jose Aldo pelo cinturão dos penas. Uma lesão de Pettis o tirou do duelo contra Aldo, mas com Grant também lesionado, Pettis foi escolhido para enfrentar Bendo em duelo pelo título.

O combate era esperado para os golpes plásticos de Pettis, e o jogo justo do grappler faixa-preta de Jiu-Jitsu Bendo. Contudo, foi uma chave de braço do então faixa-azul Pettis que definiu a disputa.

Relembre o lance do armlock campeão de Pettis no vídeo abaixo!


UFC: Anthony Pettis estreia nos penas contra Charles Do Bronx, em agosto June 15 2016

Anthony Pettis vai treinar Jiu-Jitsu no Brasil. Foto: Josh Hedges/Zuffa LCC via Getty Images

Ex-camepeão, Anthony Pettis desce para os penas após sequência de derrotas nos leves. Foto: Josh Hedges/Zuffa LCC via Getty Images

Ex-campeão do Ultimate, Anthony Pettis está passando por uma fase complicada na carreira. Após conquistar o topo do UFC na categoria dos leves, Pettis sofreu com três reveses seguidos, e agora busca redenção na categoria dos pesos-penas.

Em seu debute até 66kg, Pettis encara o brasileiro finalizador Charles Do Bronx, no UFC on Fox 21, agendado para o dia 27 de agosto, em Vancouver.

Pettis(18v, 5d) foi superado em suas três últimas lutas, primeiro para Rafael dos Anjos(em luta no qual perdeu o cinturão dos leves), e em seguida para Eddie Alvarez e Edson Barboza, respectivamente.

Do Bronx(21v, 5d, 1nc), por sua vez, vem de finalização na guilhotina sobre Myles Jury, no primeiro assalto. Em suas últimas sete lutas, em quatro recebeu bônus do UFC.

E para você, amigo leitor, essa luta é melhor para Pettis ou Do Bronx? Comente conosco!


Treino duro, luta fácil: as lições de Jiu-Jitsu do campeão do UFC Rafael dos Anjos May 22 2015

Rafael dos Anjos agradece aos céus ao ganhar o sofrido cinturão, no UFC 185, em março de 2015. Foto: UFC/Divulgação

Rafael dos Anjos agradece aos céus ao ganhar o cinturão, no UFC 185, em março de 2015. Foto: UFC/Divulgação

Rafael dos Anjos, campeão peso leve do UFC, é um mestre na arte de não desistir. Para o faixa-preta, o trabalho duro sempre pode vencer o talento. Em entrevista à nossa equipe, publicada na GRACIEMAG #218, Dos Anjos confessa que não nasceu habilidoso, mas que seu treino o endureceu a ponto de anular qualquer um.

O niteroiense aproveitou o papo e ensinou ainda como costuma usar a pressão na hora da luta.

Releia os melhores trechos da entrevista, aprenda a trabalhar duro e a ser vitorioso, com as lições do campeão do Ultimate.

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GRACIEMAG: Que lição aprendida em anos de Jiu-Jitsu foi a mais importante em sua conquista do dia 14 de março, quando dominou Anthony Pettis no Texas, pelo UFC 185?

RAFAEL DOS ANJOS: Sempre tive uma filosofia no Jiu-Jitsu, que é a de lidar com oponentes muito habilidosos impondo muita pressão. Se você deixar um adversário talentoso e imprevisível solto, ele vai embora e você não consegue acompanhá-lo. Eu não sou habilidoso, confesso. O Pettis é capaz de dar chute rodado, voadores. Eu não consigo, não dou cambalhota, não dou chute giratório, não chuto me apoiando na grade do Octagon como ele. Mas se você aperta um rival habilidoso, normalmente ele não se acha. Minha arma é a experiência, a pegada forte, e foi o que usei. Eu reparava que, quando o Pettis chutava, normalmente o oponente recuava, e isso o fazia crescer ao longo do combate. Minha estratégia era não dar tempo nem espaço para ele: toda vez que eu tomava uma pancada, em vez de retroceder, eu ia para cima. Por mais que o golpe fosse duro e dolorido, eu andava para frente, nunca para trás.

Foi a tática da pressão o tempo todo, então. Puro Jiu-Jitsu…

Tática é assim. Como eu declarei, todo mundo tem uma estratégia perfeita antes de uma luta. Mas o plano tático só dura até você tomar o primeiro sufoco, o primeiro soco na cara. Eu estava bem confiante desde o primeiro direto que acertei e ele bambeou, mas evito ter pensamentos confiantes muito prematuros. Ainda mais contra ele, que é arisco e com um coração grande. Muitos teriam desistido antes do fim do combate. Só relaxei quando peguei as costas no quinto e último round, e fechei o triângulo na barriga dele. Restavam apenas 20 segundos e vi que o cinturão era meu, e que o “Showtime” Pettis estava vencido. Falei no ouvido dele: “The show is over”. Aquele dia não era dia de “Showtime”, era “Dos Anjos time”.

Ser campeão do UFC significa enfim um conforto financeiro?

Rapaz, quando eu chego em casa, parece aquele ninho de passarinhos com bico aberto, pedindo. O dinheirinho extra é bem-vindo. Nos últimos três anos eu venho lutando muito, mas sempre reinvestindo tudo o que ganho em mais treino, em mais estrutura para a minha carreira. A vida na Califórnia não é barata. Mas chegou a hora de começar a colher os lucros disso.

Você é um lutador temente a Deus. Como funcionam suas orações antes de cada batalha?

Sempre peço antes da luta para que eu não me machuque, mas que meu adversário também não se machuque. Acredito que há diversos meios de você ganhar uma luta sem precisar mandar o cara para o hospital. Você pode finalizar, ele pode dar os três tapinhas e ir para a casa dele ficar com a família. Todo mundo tem família, contas para pagar, dificuldades em casa. Eu luto duro, para ganhar, mas minha intenção não é ferir ninguém.

Em 24 vitórias e sete derrotas, foi a primeira vez que você lutou cinco assaltos. Qual foi o segredo para um gás tão bom durante a luta inteira?

Tudo é a experiência e o tempo de treinos. Treinei muito para chegar até aqui. Estou no UFC há mais de seis anos, foram 17 lutas até ter a chance de disputar o cinturão. Estava com um desvio de septo que está me atrapalhando muito, e por isso acho que o gás vai melhorar ainda mais. Meu médico na Califórnia disse que esses 30 minutos da intervenção cirúrgica no nariz vão mudar minha vida para sempre.

Você sentiu o joelho a um mês de disputar o cinturão. Como sua mente funcionou para cair dentro apesar do imprevisto? Tomou alguma injeção?

Foi a primeira vez que senti o joelho na carreira, ouvi um barulho ao treinar e depois um exame apontou um rompimento parcial do ligamento colateral. Não teve remédio, não teve nada, foi muita vontade e orações mesmo. No dia em que senti, a primeira coisa que fiz foi orar, e perguntar ao Senhor o que eu devia fazer, se cancelar ou seguir com a luta marcada. Abri a bíblia em Ezequiel 37, versículo 6, e Deus falou comigo: “E porei nervos sobre vós e farei crescer carne sobre vós, e sobre vós estenderei pele…”. Ao ler sobre tendões e nervos, confiei. E aconteceu o que vocês viram. Mas não foi fácil. Na primeira semana, só consegui treinar boxe, plantado no mesmo lugar sem mexer as pernas. Na segunda, fiz só Jiu-Jitsu muito leve, nada de wrestling. No dia D, estava confiante, e nenhuma posição que fiz durante a luta com Pettis me incomodou.

Como os campeonatos de Jiu-Jitsu moldaram você e seu estilo no MMA?

Cara, eu quando jovem lutei muitos campeonatos de Jiu-Jitsu, na verdade eu só fazia isso. Na faixa-preta competi menos, pois já estava buscando ganhar uma grana com o MMA. Um título que guardo com carinho foi na faixa-roxa, quando fui campeão mundial no peso leve, após seis lutas.

Você se manteve leal ao seu professor no Jiu-Jitsu, Roberto Gordo, sem deixar de aprender com novos treinadores, como o Rafael Cordeiro, que hoje afia suas mãos. O segredo é a mente aberta?

Exato, acho que esse lance de só treinar numa escola não tem mais nada a ver. Eu sou fiel ao meu mestre, Gordo, e também ao mestre Rafael Cordeiro. No nível que o esporte atingiu hoje, o atleta tem de se lançar em direção ao novo e tentar aprender mais. O aprendizado é infinito.

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Dos Anjos cita Zagallo: “Não luto para agradar os críticos, vão ter de me engolir” March 25 2015

Depois de ser assediado no UFC Rio, o faixa-preta de Jiu-Jitsu Rafael Dos Anjos voltou à Califórnia e passou no ginásio Calvary Chapel Wrestling para agradecer ao treinador e pastor Jacob Harman e mostrar sua nova aquisição.

Novo campeão dos leves do UFC, o astro Rafa bateu um papo exclusivo com o GRACIEMAG.com sobre a luta que escreveu seu nome na história do MMA, e apontou o momento em que ficou tranquilo na luta.

Dos Anjos disse ainda o que passou pela sua cabeça logo que o árbitro levantou sua mão, na luta contra Anthony Pettis no UFC 185, no Texas. “É um momento muito emocionante, um resultado de anos de treinamento, mas ao mesmo tempo é tudo muito rápido”, rememorou.

O faixa-preta de Roberto Gordo também falou sobre as contusões, os próximos rivais e respondeu a algumas críticas que alegam que ele não seria um campeão tão excitante quanto Pettis.

“Como bem disse o treinador Zagallo, esses críticos apenas vão ter de me engolir. Meu objetivo é chegar no octógono e vencer minhas lutas, não agradar a todos”, disparou Rafa.


Vídeo: Os melhores lances, em câmera lenta, do UFC 185 March 25 2015

Reveja com detalhes em câmera lenta as conquistas de cinturão de Rafael dos Anjos e Joanna Jedrzejczyk, além das vitórias de Johny Hendricks e Alistair Overeem no UFC 185.

UFC 185
Dallas, Texas
14 de março de 2015

Rafael dos Anjos venceu Anthony Pettis na decisão unânime dos jurados
Joanna Jedrzejczyk venceu Carla Esparza por nocaute técnico aos 4min17s do R2
Johny Hendricks venceu Matt Brown na decisão unânime dos jurados
Alistair Overeem venceu Roy Nelson na decisão unânime dos jurados
Henry Cejudo venceu Chris Cariaso na decisão unânime dos jurados

Card preliminar

Ross Pearson nocauteou Sam Stout a 1min33s do R2
Elias Theodorou venceu Roger Narvaez por nocaute técnico aos 4min07s do R2
Beneil Dariush finalizou Daron Cruickshank no mata-leão aos 2min48s do R2
Jared Rosholt venceu Josh Copeland por nocute técnico aos 3min12s do R3
Ryan Benoit venceu Sergio Pettis por nocaute técnico a 1min34s do R1
Joseph Duffy venceu Jake Lindsey por nocaute técnico a 1min47s do R1
Germaine de Randamie venceu Larissa Pacheco por nocaute técnico aos 2min2s do R2


Dos Anjos e a receita para ser campeão mesmo contundido: “Oração e coração” March 19 2015

Rafael dos Anjos agradece aos céus ao ganhar o sofrido cinturão, no UFC 185, em março de 2015. Foto: UFC/Divulgação

Rafael dos Anjos agradece aos céus ao ganhar o sofrido cinturão, no UFC 185, em março de 2015. Foto: UFC/Divulgação

O que você faria se, a um mês da luta da sua vida, você sentisse uma contusão apavorante no seu joelho, a primeira lesão nessa área de sua vida, e tão forte a ponto de você ouvir um estouro no joelho, seguida de dor, muita dor?

Se você fosse Rafael dos Anjos (24v, 7d), você manteria a calma e, um mês depois, desembarcaria no Rio de Janeiro com o cinturão peso leve do UFC, um prêmio ao esforço e à persistência de um campeão que não liga para contusões, pois sua motivação era maior.

Apesar do treino debilitado neste mês antes da batalha contra Anthony Pettis, ex-campeão que não perdia no UFC desde 2011, a preparação de Rafa já estava mais do que cumprida. E não começara em março, tampouco neste ano.

Rafael dos Anjos, 30 anos, começou a ser campeão do UFC muito antes. Em 2003, também como peso leve, foi campeão mundial de Jiu-Jitsu, como faixa-roxa, após seis lutas duríssimas – a final contra Lucas Leite, hoje um competidor consagrado também, mas de kimono.

Com a mente forte de quem se acostumara a vencer, cumpriu uma estrada de 12 anos nos ringues até o amadurecimento técnico, e o cinturão.

No último dia 14 de março, Rafa atingiu o topo do mundo do MMA, no UFC 185. Mas chegou a pensar em não lutar no sábado, devido a dor.

“Quando me machuquei, não conseguia fazer nada nos treinos na primeira semana. Comecei levemente a voltar treinando boxe, mas plantado, com as pernas totalmente imóveis, só usava as mãos. Na segunda semana voltei um pouco melhor, mas nada de wrestling, nada de quedar ou tomar queda. Fiz só um pouco de Jiu-Jitsu para soltar. Não foi fácil não”, recordou, em papo com o GRACIEMAG.com.

“No dia em que machuquei passou pela minha cabeça adiar a luta, como é o normal nessa situação. Antes de decidir se cancelava ou mantinha a disputa, porém, a primeira coisa que fiz foi orar e abrir a Bíblia. Abri em Ezequiel 37, versículo 6, e Deus falou comigo. Estava escrito:

‘E porei nervos sobre vós e farei crescer carne sobre vós, e sobre vós estenderei pele, e porei em vós o espírito, e vivereis, e sabereis que eu sou o Senhor.’”

Ao interpretar com isso que a empreitada daria certo, Rafa seguiu em frente. “Na hora da luta estava com o ligamento colateral medial de um dos joelhos ferrados, mas não doeu em momento nenhum, e não incomodou em hora nenhuma da batalha. Isso sem injeção nenhuma, só oração. Lutei com muita garra e coração, e aconteceu aquilo que vocês viram aí. Graças a Deus”, agradeceu.

Rafael agora vai ficar três meses afastado do Octagon, por conta do machucado no joelho e outros tantos no rosto. Na volta, deve reencontrar um velho conhecido: ou o cowboy americano Donald Cerrone, a quem venceu em 2013, ou o russo Khabib Nurmagomedov, de quem perdeu por decisão unânime em 2014. Os dois brigam pelo posto de desafiante no UFC 187, dia 23 de maio.

Seja quem for, Rafael será a partir de agora um lutador diferente. Ainda mais confiante em sua tática de não dar espaços e sufocar os rivais. E com o joelho capaz de sustentar um belo cinturão pelo qual lutou a vida toda.

UFC 185
Dallas, Texas
14 de março de 2015

Rafael dos Anjos venceu Anthony Pettis na decisão unânime dos jurados
Joanna Jedrzejczyk venceu Carla Esparza por nocaute técnico aos 4min17s do R2
Johny Hendricks venceu Matt Brown na decisão unânime dos jurados
Alistair Overeem venceu Roy Nelson na decisão unânime dos jurados
Henry Cejudo venceu Chris Cariaso na decisão unânime dos jurados

Card preliminar

Ross Pearson nocauteou Sam Stout a 1min33s do R2
Elias Theodorou venceu Roger Narvaez por nocaute técnico aos 4min07s do R2
Beneil Dariush finalizou Daron Cruickshank no mata-leão aos 2min48s do R2
Jared Rosholt venceu Josh Copeland por nocute técnico aos 3min12s do R3
Ryan Benoit venceu Sergio Pettis por nocaute técnico a 1min34s do R1
Joseph Duffy venceu Jake Lindsey por nocaute técnico a 1min47s do R1
Germaine de Randamie venceu Larissa Pacheco por nocaute técnico aos 2min2s do R2


Relembre a guerra sem kimono entre Rafael dos Anjos e Murilo Santana March 16 2015

Um deles é o atual campeão dos pesos leves do UFC, e o outro segue na linha de frente no Jiu-Jitsu, tendo sido medalha de bronze no Pan 2015, domingo (só perdendo para o campeão meio-pesado, Keenan Cornelius, diga-se.)

O faixa-preta Rafa dos Anjos, que amassou Anthony Pettis no UFC 185 no último sábado, 14 de março, não surgiu do nada no Octagon. Em 2009, estava medindo sua técnica e seu gás contra os melhores. Como comprova esta luta contra Murilo Santana, na seletiva do ADCC 2009, evento realizado no Rio de Janeiro.

Confira a batalha, de tirar o fôlego, e decidida apenas no finzinho.