5 dicas para você se dar bem no Brasileiro Sem Kimono da CBJJ October 15 2015

Alberto Ramos, com o ouro do Mundial de Masters, ao lado do seu professor, Arthur Gogó. Foto: Arquivos GRACIEMAG

Alberto Ramos, com o ouro do Mundial de Masters, ao lado do seu professor, Arthur Gogó. Foto: Arquivos GRACIEMAG

Faltando pouco mais de uma semana para o Brasileiro Sem Kimono da CBJJ, charmoso campeonato da confederação agendado para os dias 24 e 25 deste mês, a GRACIEMAG resolveu te dar uma força na preparação.

Conversamos com os craques Arthur Gogó e Alberto Ramos da GFTeam, nossa parceira GMI, e pegamos algumas dicas para você se dar bem no torneio sem pano.

Ambos atletas já foram campeões no evento e conseguiram, juntos, destrinchar cinco importantes detalhes para os seus treinos.

E não esqueça. As inscrições para o Brasileiro Sem Kimono acabam amanhã.

Não fique de fora! Clique aqui e inscreva-se.

A luta começa em pé. Atenção!

“O atleta tem que treinar muito a parte em pé, tanto os ataques como as defesas. A maioria dos competidores preferem lutar por cima nos torneios sem kimono, então é importante focar na parte em pé para não ser surpreendido.”

Se ficar por baixo, ataque sempre

“Para quem gosta de fazer guarda, uma boa opção para raspar é sempre buscar uma finalização. Na maioria das vezes, quando você ataca, o adversário defende e te dá a brecha necessária para você subir com segurança e ganhar os pontos.”

Tiros curtos, com pressão total

“Realize treinos com curto período de tempo e exploda muito até a exaustão, pois uma das coisas mais importantes no Jiu-Jitsu sem kimono é a explosão. Esteja com o gás em dia!”

A arte é suave, mas a força também ajuda

“Na preparação física, priorize os treinos de força. Eles irão ajudar muito na hora dos ajustes, uma vez que você está sem kimono e a tendência é fazer mais força na hora de ajustar as posições.”

Trabalhe o incomum e não seja pego de surpresa

“Na parte técnica, treine bastante as defesas de triângulo de mão e guilhotina. São posições que não costumamos a praticar muito de kimono e surpreendem com frequência sem kimono. Não caia numa arapuca!”